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SÁBADO    por    Cofina Boost Content

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Regresso às aulas: tudo o que precisa de saber

Regresso às aulas: tudo o que precisa de saber

O mês de setembro é sinónimo de regresso à rotina escolar para milhares de estudantes em todo o país. Deixamos-lhe algumas ideias úteis para se preparar com tempo.

O mês de agosto já lá vai e, com setembro a começar, o regresso às aulas surge no horizonte. Do primeiro ciclo ao ensino superior, pais e alunos começam a preparar-se para regressarem à rotina diária. As aulas começam para todos entre 14 e 17 de setembro, embora no ensino superior o regresso seja mais tarde.

E a melhor forma de evitar a ansiedade característica desta época, nas próximas semanas, é definir tudo com tempo e seguir um conjunto de metas importantes para chegar a bom porto. Assim sendo, comece por tomar nota de todas as datas importantes, já divulgadas no calendário escolar 2021/2022: quando começam e terminam os períodos letivos, quando estão previstas as avaliações nacionais e para quando estão agendadas as férias escolares.

Calendário escolar: as datas mais importantes a reter

Início do ano letivo Entre 14 a 17 de setembro
Final do 1º período 17 de dezembro
Férias de Natal Entre 17 de dezembro a 3 de janeiro
Início do 2º período 3 de janeiro
Férias do Carnaval Entre 28 de fevereiro e 3 de março
Final do 2º período 5 de abril
Férias da Páscoa Entre 6 de abril e 18 de abril
Início do 3º período 19 de abril
Final do ano letivo 7 de junho para os 9º, 11º e 12º; 15 de junho para 5º, 6º, 7º, 8º e 10º anos de escolaridade; e 30 de junho para o pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico
Provas Nacionais
  • As provas de aferição para o ensino básico devem realizar-se entre os dias 2 de maio e 20 de junho;
  • As provas finais de ciclo para o 9º ano estão agendadas para os dias 17, 21 e 23 de junho, na primeira fase, e para 20 e 22 de julho na segunda fase;
  • Os exames nacionais para os alunos do ensino secundário decorrem entre 17 de junho e 6 de julho na primeira fase e entre 21 e 27 de julho na segunda fase.

Material escolar

A grande dor de cabeça dos pais passa por organizar e comprar todo o material escolar necessário para o ano letivo que se inicia, até porque o investimento é avultado e nem sempre fácil de gerir no âmbito do orçamento familiar.

Assim sendo, comece por verificar que material do ano letivo anterior pode reaproveitar e reutilize-o.

Opte também por comprar o material escolar antes do início do ano letivo, aproveitando as listas que as escolas geralmente fazem chegar. Na verdade, vale a pena estar alerta e fazer as compras antecipadamente para tirar partido dos descontos em livros e material escolar que as grandes superfícies e lojas especializadas disponibilizam.

As famílias que pretendem usufruir dos vouchers para livros escolares disponibilizados gratuitamente pelo Ministério da Educação devem dar conta dessa intenção antecipadamente na plataforma MEGA para serem contempladas. Estes vouchers começaram a ser disponibilizados a partir da segunda quinzena de agosto e podem ser levantados em quase todas as livrarias . Para o efeito, convém ter presente que os livros devem ser devolvidos no final do ano à escola que o educando frequenta, em boas condições para nova utilização. Se assim não acontecer, os encarregados de educação serão responsáveis pelo pagamento do respetivo valor.

É igualmente boa ideia adquirir antecipadamente as roupas escolares que já sabe que vão ser necessárias como bibes, fardas e roupa desportiva.

Ainda a Covid-19

Os últimos dois anos letivos foram atípicos por força da pandemia da Covid-19 que assolou o país e o mundo, obrigando a um conjunto de alterações também na rotina escolar e, até mesmo, a paragens forçadas.
O ano letivo que agora começa está ainda sob o signo da pandemia, leva a que algumas regras transitem também para o ano letivo 2021/2022. Assim, a utilização de máscara continua a ser obrigatória nos anos escolares mais avançados.

Deverá, ainda, informar-se junto da escola do seu filho sobre qual a opção adotada em matéria de reuniões escolares – muitos estabelecimentos de ensino optaram por manter o formato digital – e limitar o acesso dos pais às respetivas instalações. No ensino universitário, são já várias as instituições que equacionam a necessidade de retomar o ensino presencial em full-time. Ainda assim, as próximas semanas podem trazer novidades nesta matéria. Fique atento/a.

ATIVIDADES EXTRACURRICULARES


Um pouco por todo o país, e uma vez terminadas as atividades escolares, os alunos podem frequentar Centros de Estudo (ou centros de explicações), ou ainda um programa de OTL (Ocupação de Tempos Livres).

A escolha nem sempre é fácil até porque, em muitos casos, acaba por representar uma despesa acrescida no orçamento familiar. Mas, para quem não consegue dar resposta aos restritos horários escolares, esta pode ser uma boa opção para manter os educandos ocupados até que os pais possam ir buscá-los. Nas escolas públicas, pode inscrever o aluno em AEC (Atividades Extra-Curriculares). A frequência é gratuita e a escolha divide-se entre disciplinas como música, inglês ou filosofia.

Caso opte por espaços particulares, importa ter em conta um conjunto de fatores, nomeadamente as atividades ali realizadas, horário de funcionamento, segurança do espaço e localização. Considere ainda os serviços disponibilizadospelos próprios municípios e que constituem excelente opção.

Já os centros de estudo assumem-se como uma boa opção no apoio pedagógico especializado, apoiando os alunos nas suas tarefas.

Estes centros complementam o trabalho desenvolvido na escola, enriquecem as aprendizagens, promovem o gosto pelo conhecimento e pelo estudo e ajudam na preparação de testes e exames nacionais, contribuindo para o sucesso escolar.

No entanto, antes de escolher o centro de estudos, considere:
  • a aceitação do aluno;
  • o horário e a localização do Centro;
  • o espaço e condições que oferece;
  • o método de ensino.

Ensino superior também conta

E já que falamos de universidades, lembre-se de que a chegada ao ensino superior também traz algumas dores de cabeça a pais e estudantes. Depois de assegurada a entrada no respetivo curso, começa a busca do alojamento certo “longe de casa”. É que muitos alunos acabam por ficar deslocados da sua residência habitual e torna-se necessário encontrar um espaço adequado para viverem, confortavelmente, perto das universidades.

Neste caso, comece por pesquisar as residências universitárias que muitas instituições disponibilizam aos seus alunos. Regra geral, são espaços localizados muito próximo das universidades e que oferecem boas condições de conforto a preço acessível.

Uma excelente opção são as residências para estudantes Montepio U Live. Este projeto foi desenvolvido em 2016 com o objetivo de proporcionar aos estudantes universitários alojamento de qualidade no centro das grandes cidades a preço ajustado. Na verdade, os valores praticados em Lisboa, Porto e Braga rondam os 400€, enquanto em Évora se situam nos 200€. Os associados Montepio beneficiam de 10% de desconto sobre a mensalidade.

Atualmente, estão disponíveis cerca de 250 quartos em algumas das principais cidades universitárias, como Lisboa, Porto e Évora, juntando-se mais recentemente Braga ao rol de cidades incluídas no projeto, perfazendo um total de 500 quartos.

Caso não haja disponibilidade nestas residências, as cidades universitárias disponibilizam uma oferta diversificada de casas e quartos para estudantes, alugados por particulares. Nestes casos, aconselhamos que tire um dia para visitar os espaços com o filho para perceber que e condições oferecem e saber se são adequadas às necessidades do estudante.

Deslocações e material

Além do alojamento, os estudantes universitários devem considerar um montante para deslocações até à cidade onde ficaram colocados e na qual vão morar ao longo dos próximos anos. Estas viagens podem ser feitas em viatura própria ou recorrendo a transportes públicos, como o comboio ou o autocarro. Nos primeiros tempos, é natural que os estudantes sintam maior necessidade de passar os fins de semana junto da família, mas com o passar do tempo e a chegada dos exames, as deslocações serão menos frequentes permitindo economizar nestes gastos. Os associados Montepio beneficiam de até 30% de desconto em viagens na CP com destinos nacionais e internacionais e de até 20% de desconto na Rede de Expressos e Renex.
Os estudantes podem ainda usufruir de descontos nos transportes públicos da cidade onde se encontram, desde que apresentem o respetivo cartão da universidade que frequentam.

Menos acessível poderá ser, contudo, o material escolar necessário para o ano letivo que agora se inicia. No ensino superior, os gastos podem ser elevados, mas os valores dependem muito do curso que se frequenta. Em Medicina, por exemplo, os livros têm custos avultados, normalmente a partir de 100€ e mesmo o material complementar comporta custos significativos. Independentemente da área de ensino pela qual o aluno optou, uma boa opção é consultar os marketplaces de livros escolares. Não raramente apresentam boas oportunidades e, além de poupar, dá uma segunda oportunidade a livros escolares, num contributo para a sustentabilidade.

Comer bem e barato

Sabemos que uma das principais preocupações dos jovens quando estão distantes de casa é a confeção das refeições. Cozinhar em casa ou nas cozinhas comuns das residências universitárias é uma boa opção, mas os estabelecimentos universitários têm cantinas com refeições a preços muito acessíveis. Por isso, conjugar as duas possibilidades é boa ideia.

Um sonho chamado Erasmus+

Nem todos os jovens universitários sonham estudar fora do país, mas, para aqueles que procuram novos desafios em locais ainda mais distantes da sua residência habitual, o programa Erasmus+ é uma excelente oportunidade. Trata-se de um programa europeu que apoia a educação, a formação, a juventude e o desporto.

Com um orçamento estimado de 26,2 mil milhões de euros, o Erasmus+ oferece oportunidades de mobilidade e cooperação de estudantes, professores e funcionários das instituições de ensino superior. No que respeita à mobilidade de estudantes, existe a possibilidade de efetuar um período letivo de estudos, com pleno reconhecimento académico, duração mínima de cinco meses e máxima de um ano, em um estabelecimento de ensino superior de outro estado elegível no programa.

E os milhares de alunos que já participaram no programa trazem consigo muito mais que conhecimento técnico para o seu futuro profissional, trazem verdadeiras lições de vida, aprendidas a muitos quilómetros de casa.

Aproveite o regresso às aulas e regresse à poupança

A Associação Montepio faz da poupança e proteção uma escola. Por isso, a campanha Regresso às Aulas permite que, ao subscrever uma modalidade mutualista, assegure o futuro dos seus filhos, além de protegê-los. Até 30 de setembro recebe um Cartão Presente Repsol, de utilização imediata, carregado com 10€ em combustível, na subscrição de uma das modalidades indicadas em montepio.org.

Sabia que ao tornar os seus filhos associados estes beneficiam de vantagens e descontos junto de mais de 1 300 parceiros? E que podem usufruir, gratuitamente, do Plano Montepio Saúde?

Consulte montepio.org e inteire-se de todos os detalhes.